A evolução dos consoles de videogame
Do Magnavox Odyssey ao PS5, geração por geração, com o crash de 1983 e o caso brasileiro.
Editoria
Cinquenta anos de consoles, nove gerações e um padrão que se repete: quem entendeu o contexto do jogador venceu, mesmo com hardware inferior.
A história dos videogames costuma ser contada como corrida por potência, mas os dados não sustentam essa leitura. Em quase todas as gerações, o console vencedor não foi o mais poderoso: foi o que resolveu melhor um problema prático do jogador.
O Atari 2600 venceu com cartucho intercambiável. O NES venceu com curadoria, depois do colapso do mercado americano em 1983. O primeiro PlayStation venceu com CD-ROM barato. O PlayStation 2 venceu também por tocar DVD. O Wii venceu com controle por movimento. O Switch venceu unificando portátil e console de mesa.
No Brasil, a história tem um capítulo próprio. A Tectoy fabricava e distribuía consoles da Sega localmente, com versões nacionais e adaptações, o que inverteu o resultado global: aqui a Sega dominou por anos enquanto a Nintendo liderava no restante do mundo.
Nosso guia percorre todas as nove gerações, explica o que decidiu cada disputa e situa o mercado brasileiro dentro dessa linha.
Biblioteca
Do Magnavox Odyssey ao PS5, geração por geração, com o crash de 1983 e o caso brasileiro.
Guia completo de ordem, com versão enxuta que corta mais de cem episódios.
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