A evolução do Batman nos quadrinhos
De detetive armado em 1939 a mito global, fase por fase, com as razões editoriais de cada virada.
Editoria
A editora que inventou o super-herói em 1938 e passou os oitenta anos seguintes reinventando os mesmos personagens. Guias de leitura, história editorial e comparações.
Em junho de 1938, uma revista de antologia chamada Action Comics colocou na capa um homem de capa vermelha erguendo um carro. Jerry Siegel e Joe Shuster venderam os direitos do personagem por 130 dólares e criaram, sem saber, um gênero inteiro. Menos de um ano depois, Detective Comics #27 apresentou um detetive mascarado que não tinha poder nenhum.
Superman e Batman definem os dois polos da editora até hoje. Um é o poder absoluto exercido com contenção; o outro é a ausência de poder compensada por disciplina. Praticamente todo personagem criado depois se posiciona em algum ponto entre esses extremos.
A DC também é a editora que mais reiniciou a própria continuidade. Crise nas Infinitas Terras, nos anos 1980, tentou organizar décadas de versões contraditórias; os Novos 52, em 2011, recomeçaram tudo de novo. Esse hábito explica por que ler quadrinhos da DC em ordem cronológica é impossível — e por que a melhor estratégia é começar por histórias fechadas.
É exatamente o que nossos guias fazem: mostram a evolução do personagem mais popular da casa e indicam quais volumes funcionam como primeira leitura.
Biblioteca DC
De detetive armado em 1939 a mito global, fase por fase, com as razões editoriais de cada virada.
Oito histórias que funcionam sozinhas, na ordem certa, e três armadilhas comuns.
Dois bilionários, dois métodos e um veredito honesto para cada cenário possível.
Quiz
De Action Comics #1 ao crédito tardio de Bill Finger. Correção imediata em cada resposta.
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Interativo
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De Action Comics #1, em 1938, aos reinícios editoriais dos anos 2010.